Trabalho desenvolvido pelos 8° anos A/B
Anúncio de propaganda.
Língua do Élcio Cotrim
sexta-feira, 15 de maio de 2015
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Depois de muito tempo sem publicações, voltamos!!!!!!!!
Não posso deixar de mostrar trabalhos maravilhosos desenvolvidos pelos alunos da escola Élcio Cotrim.
No primeiro semestre os alunos da 7ªsérie/ 8ºano, desenvolveram trabalhos publicitários, o qual ficaram maravilhosos.
Quero muito agradecer meus queridos alunos da 7ª Série B, pelo belo desempenho e dedicação que mantém nos trabalhos.
Não posso deixar de mostrar trabalhos maravilhosos desenvolvidos pelos alunos da escola Élcio Cotrim.
No primeiro semestre os alunos da 7ªsérie/ 8ºano, desenvolveram trabalhos publicitários, o qual ficaram maravilhosos.
Quero muito agradecer meus queridos alunos da 7ª Série B, pelo belo desempenho e dedicação que mantém nos trabalhos.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Equipe Amarela
Aconteceu na caatinga
Era meio-dia e a caatinga brilhava à luz incandescente do Sol. O pequeno Calango deslizou rápido sobre o solo seco, cheio de gravetos e pedras, parando na frente do majestoso Mandacaru, que apontava para o céu seus espinhos, os grandes braços abertos em cruz.
- Mandacaru! Mandacaru! Eu ouvi os homens conversando lá adiante e eles estavam dizendo que, como a caatinga está muito seca e cor de cinza, vão trazer do estrangeiro umas árvores que ficam sempre verdes quando crescem e estão sempre cheias de folhas.
- Mas que novidade é essa? - falou a Jurema.
- Coisa de gente besta - disse o Cardeiro, fazendo um muxoxo irritado e atirando espinhos para todo lado.
- Eu é que não acredito nessas novidades - sussurrou o pequeno e tímido Preá.
A velha Cobra, cheia de escamas de vidro e da idade do mundo, só fez balançar a cabeça de um lado para o outro e, como se achasse que não valia a pena falar, ficou em silêncio.
E no outro dia, bem cedinho, os homens já haviam plantado centenas de arvorezinhas muito agitadas, serelepes e faceiras, que falavam todas ao mesmo tempo na língua lá delas, reclamando de tudo: do Sol, da poeira, dos bichos e das plantas nativas, que elas achavam pobres, feias e espinhentas. Enquanto falavam, farfalhavam e balançavam os pequenos galhos, que iam crescendo, ganhando folhas e ficando cada vez mais fortes.
Enquanto isso, as plantas da caatinga, acostumadas a viver com pouca água, começaram a notar que essa água estava cada vez mais difícil de encontrar. As raízes do Mandacaru, da Jurema e do Cardeiro cavavam, cavavam e só encontravam a terra seca e esturricada.
O Calango então se reuniu com os outros bichos e plantas para encontrar uma solução. E foi a velha Cobra quem matou a charada:
- Há, há, achei uma solução,
vamos em busca da Água.
A cobra saiu da caatinga para procurar um
lugar que poderia haver água. Depois de três dias encontrou água. Ficou muito
alegre, mas lembrou de que seus amigos, mandacaru, jurema e cardeiro estavam passando
sede, ela tinha que se sacrificar e dar um aviso para eles, então com raiva
falou:
- Não acredito que terei que voltar.
Ela tinha que fazer isso rápido, encher
todos os baldes antes que acontecesse algo pior. Nesse instante a cobra viu uma
tribo e pediu ajuda para levá-la a Caatinga.
Quando a cobra chegou, todos se
esbaldaram e ficaram felizes, e sempre que ficam com sede vão até o Amazonas
para pegar água e suplementos.
Versão dos alunos: Leonardo, Paulo, Sarah Veloso, Sabrina, Rafaela, Samuel.
Equipe Verde
Sobrou pra mim
Quando eu tinha uns 8 anos, mais ou
menos, eu morava com minha avó e com a irmã dela, tia Emília. Nossa rua era
sossegada, quase não passava carro nem caminhão.
Eu ia à escola de manhã e de tarde eu fazia minhas lições e ia pra rua brincar com meus amigos.
Às cinco e meia em ponto minha avó me chamava para tomar banho e rezar, minha avó e minha tia rezavam todas as tardes às seis horas.
Depois do jantar ficávamos na sala, eu, lendo, minha avó e minha tia bordando ou costurando.
Televisão a gente só via uma vez ou outra. Minha avó me deixava ver jogos de futebol ou basquete, mas tinha horror a novelas e a programas de auditório. Era chato de matar!
A luz era muito pouca, que a minha avó tinha mania de fazer economia, ela dizia que não era sócia da Light.
Então eu cansava de ler e ficava inventando outras coisas pra fazer. Eu ficava desenhando, ficava enchendo os ós do jornal, brincava com as minhas joaninhas…
Uma vez eu amarrei um fio de linha na perna de um besouro e quando ele voou, com o fio pendurado, minha tia levou o maior susto.
Uma outra vez, eu inventei uma coisa legal! Enquanto minha avó e minha tia ficavam rezando, às seis horas, eu amarrei um fio de linha na perna da cadeira de balanço. Depois do jantar nós fomos para a sala. Então, de vez em quando, eu puxava o fio e a cadeira dava uma balançadinha.
No começo elas não viram nada. Até que tia Emília, muito assustada, chamou a atenção da vovó.
Eu ia à escola de manhã e de tarde eu fazia minhas lições e ia pra rua brincar com meus amigos.
Às cinco e meia em ponto minha avó me chamava para tomar banho e rezar, minha avó e minha tia rezavam todas as tardes às seis horas.
Depois do jantar ficávamos na sala, eu, lendo, minha avó e minha tia bordando ou costurando.
Televisão a gente só via uma vez ou outra. Minha avó me deixava ver jogos de futebol ou basquete, mas tinha horror a novelas e a programas de auditório. Era chato de matar!
A luz era muito pouca, que a minha avó tinha mania de fazer economia, ela dizia que não era sócia da Light.
Então eu cansava de ler e ficava inventando outras coisas pra fazer. Eu ficava desenhando, ficava enchendo os ós do jornal, brincava com as minhas joaninhas…
Uma vez eu amarrei um fio de linha na perna de um besouro e quando ele voou, com o fio pendurado, minha tia levou o maior susto.
Uma outra vez, eu inventei uma coisa legal! Enquanto minha avó e minha tia ficavam rezando, às seis horas, eu amarrei um fio de linha na perna da cadeira de balanço. Depois do jantar nós fomos para a sala. Então, de vez em quando, eu puxava o fio e a cadeira dava uma balançadinha.
No começo elas não viram nada. Até que tia Emília, muito assustada, chamou a atenção da vovó.
- A Cadeira esta se mexendo sozinha, socorro!
A avó chamou o netinho e falou:
- É você que está balançando a cadeira?
-Sou eu sim vovó, queria
fazer uma brincadeirinha com a senhora e com a tia Emília!
A avó deu uma bronca
no seu netinho e deixou de castigo, um mês sem sair na rua para brincar com
seus amigos, e como aprontou muito, chamou seus pais, tomaram a decisão de leva-lo
para casa de seus pais.
Versão dos alunos: Tainá, Murilo, João Victor, Thais, Raquel.
Ruth Rocha http://revistaescola.abril.com.br/fundamental-1/sobrou-pra-mim-634236.shtml
3º Lugar ficou com a equipe Laranja
O pobre cocozinho
Era uma vez um cocô. Um cocozinho feio e fedidinho, jogado no pasto de uma fazenda.
Coitado do cocô! Desde que veio ao mundo, ele vinha tentando conversar com alguém, fazer amigos, mas quem passava por ali não queria saber dele:
- Hum! Que coisa fedida! - diziam as crianças.
- Cuidado! Não encostem na sujeira! - avisavam os adultos.
E o cocozinho, sozinho, passava o tempo cantando, triste:
Sou um pobre cocozinho
Tão feinho, fedidinho
Eu não sirvo para nada
Ninguém quer saber de mim...
De vez em quando ele via uma criança e torcia para que ela chegasse perto dele, mas era sempre a mesma coisa:
- Olha a porcaria! - repetiam todos.
Não restava nada para o cocô fazer, a não ser cantar baixinho:
Sou um pobre cocozinho
Tão feinho, fedidinho...
Um dia ele viu que um homem se aproximava. Já imaginando o que ia acontecer, o cocozinho se encolheu. "Mais um que vai me xingar", pensou. Mas... Oh! Surpresa! O homem foi chegando, abrindo um sorriso, e seu rosto se iluminou:
- Olá cocozinho, tudo bem?
- Sim, estou bem, mas poderia estar melhor, se
eu tivesse amigos.
- Ahhh!
Se você quiser posso lhe ajudar a encontrar amigos?
- Ok! Estou louco para ter amigos, desde que eles
gostem de mim, e que não me chamem de fedidinho.
- Então tá, me espere aqui que eu já volto.
Então o cocozinho esperou, até que lá vem
o homem com os novos amigos, desde aquele dia o pobre cocozinho não ficou mas
sozinho, mas sim com amigos graças ao homem.
Versão dos alunos: Larissa Soares, Ricardo, Matheus Cristino, Matheus, Livia, Vitória.
Rosane Pamplona http://revistaescola.abril.com.br/fundamental-1/pobre-cocozinho-634325.shtml
2º Lugar ficou com a equipe Vermelha
Vampi & O Presente Mágico
Vampi, a vampira chique e
cheia de imaginação, morava numa casinha em cima de uma árvore. Um dia, ela
ganhou de presente um carro conversível rosa-choque.
Vampi montou, acelerou com força e buzinou forte - Fon-fon!
O carro furou o ar e sumiu pelo mundo afora.
Vampi viu um trem grande e comprido, viu ônibus pequenos e curtos.
Viu prédios cinzentos, viu casas coloridas.
Viu ruas com gente apressada e becos onde só tinha fantasma, uh...
Viu gente, bicho, planta.
Redondo, quadrado, oval e retangular.
Viu o céu, viu o mar, viu a montanha.
Azul e violeta, laranja e vermelho, verde em mil tons.
Viu nuvens brancas, apertou um botão e voou.
Os pássaros passavam pertinho e tudo era pequenininho, lá embaixo...
Vampi só ria, fazendo bi-bi, fon-fon e pedalando, pedindo passagem para as estrelas, que eram maiores do que ela, vejam só!
De olho na volta, procurou um lugar para aterrissar, mas, ao ajeitar o cabelo, errou o alvo e caiu no mar.
Vampi montou, acelerou com força e buzinou forte - Fon-fon!
O carro furou o ar e sumiu pelo mundo afora.
Vampi viu um trem grande e comprido, viu ônibus pequenos e curtos.
Viu prédios cinzentos, viu casas coloridas.
Viu ruas com gente apressada e becos onde só tinha fantasma, uh...
Viu gente, bicho, planta.
Redondo, quadrado, oval e retangular.
Viu o céu, viu o mar, viu a montanha.
Azul e violeta, laranja e vermelho, verde em mil tons.
Viu nuvens brancas, apertou um botão e voou.
Os pássaros passavam pertinho e tudo era pequenininho, lá embaixo...
Vampi só ria, fazendo bi-bi, fon-fon e pedalando, pedindo passagem para as estrelas, que eram maiores do que ela, vejam só!
De olho na volta, procurou um lugar para aterrissar, mas, ao ajeitar o cabelo, errou o alvo e caiu no mar.
Quando afundou encontrou um portal, observou e resolveu ultrapassá-lo. Ao sair do portal encontrou um mundo paralelo, uma cidade chamada Vampirolândia.
Ao caminhar pela cidade avistou um rapaz que ficou perdidamente apaixonada, foi amor a primeira vista. Começou a conversar com ele e assim também se apaixonou por ela. Após um tempo resolveram se casar.
No dia do casamento um pescador lançou um arpão com tanta força que a acertou bem no coração, ela então não resistiu ao ferimento e faleceu.
Sofrendo pelo amor perdido resolveu acabar com sua vida e suicidou-se.
Versão dos alunos: Thácila, Isabela, Samuel Cruz, Lucas Souza, Juliana, Sarah Andrade.
Regina Drummond http://revistaescola.abril.com.br/fundamental-1/vampi-presente-magico-689875.shtml
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
1ª Gincana Estudantil de Língua Portuguesa
1ª tarefa: Os possíveis finais do conto.
Foi feito um caça ao tesouro,cada equipe achou um conto de acordo com os comandos, e desenvolveram os possíveis finais.
A equipe ganhadora do 6ºano B, foi a equipe AZUL.
Tudo era bem normal lá em Santantônio da Lamparina.
As crianças iam para a escola enquanto os pais trabalhavam. Todos riam, se divertiam e às vezes ficavam bem tristes também. Tomavam banho, soltavam pum e tinham coceira no pé, como toda gente em qualquer parte.
Só tinha um detalhe, mínimo, insignificante, que deixava tudo com cara de esquisito e diferente: lá, o dia era escuro como a noite, e quando era noite era noite também.
Os moradores estavam acostumados. Viviam à sombra da Lua, estudavam à luz de abajur, sabiam brincadeiras de escuro: gato-mia, cabra-cega, detetive...
Os mais velhos diziam que lá sempre foi assim e que, se é assim, assim será até o fim. Sentiam-se cansados de imaginar como seria viver num lugar claro e diferente. Os mais jovens sonhavam e diziam que conhecer o Sol era o maior desejo que tinham no mundo, no universo. Um desejo infinito.
Por que ninguém pensava em se mudar dali? Porque lá havia o mais lindo luar e o mais delicioso banho de mar e um povo com um sonho em comum. Às vezes, coisas assim são suficientes para nos fazer ficar.
Num dia noite, chegou um, chegaram dois e mais três ou cinco equilibristas. Era uma família de artistas! Enquanto uns tocavam, os outros faziam lances incríveis, coisa de especialista!
Há muito tempo o vilarejo não recebia visita tão animada. Os equilibristas estavam acostumados a se apresentar até o Sol raiar e estranharam: já se sentiam cansados e nada de o dia clarear.
- O Sol não vai aparecer?
E foi assim que souberam que em Santantônio da Lamparina o dia era tão escuro como a noite e que já estavam acordados fazia dois dias e meio.
- Daí o nome da cidade?
- Daí o nome.
- Mas por que é assim?
- Diz meu avô que o avô dele dizia que o seu tataravô ensinou que é assim porque sempre foi assim e assim será até o fim!
Os artistas acharam aquela explicação meio fraquinha, de quem já cansou de procurar solução. Avisaram que por cinco dias escuros e quatro noites noites treinariam um novo número exclusivo e então voltariam para o espetáculo de despedida!
Voltaram.
Voltaram com o número mais arriscado e sensacional de equilíbrio, coragem e precisão já visto em toda a história da humanidade!
Precisaram de muita concentração. Foram subindo, um sobre o outro e sobre o outro e sobre o outro e sobre outro ainda... Até que o menino equilibrista mais levinho e muito craque, com o braço bem esticado, atingiu o céu. Com a ponta do dedo fez um picote. Um pequeno rasgo no céu, por onde passou um facho de luz. Eles começaram a se esticar mais e mais, o menino equilibrista foi rasgando o céu, até que o sol aparecesse. Então fizeram uma escada para ele descer.
Foram caminhando com muita alegria, aos comércios para comprar alimentos e balões para a festa. Ao comprarem os alimentos, escolheram um pequeno jardim, onde havia um lago com água cristalina para comemorar o acontecido.
Foi feito um caça ao tesouro,cada equipe achou um conto de acordo com os comandos, e desenvolveram os possíveis finais.
A equipe ganhadora do 6ºano B, foi a equipe AZUL.
Se assim é, assim será?
Tudo era bem normal lá em Santantônio da Lamparina.
As crianças iam para a escola enquanto os pais trabalhavam. Todos riam, se divertiam e às vezes ficavam bem tristes também. Tomavam banho, soltavam pum e tinham coceira no pé, como toda gente em qualquer parte.
Só tinha um detalhe, mínimo, insignificante, que deixava tudo com cara de esquisito e diferente: lá, o dia era escuro como a noite, e quando era noite era noite também.
Os moradores estavam acostumados. Viviam à sombra da Lua, estudavam à luz de abajur, sabiam brincadeiras de escuro: gato-mia, cabra-cega, detetive...
Os mais velhos diziam que lá sempre foi assim e que, se é assim, assim será até o fim. Sentiam-se cansados de imaginar como seria viver num lugar claro e diferente. Os mais jovens sonhavam e diziam que conhecer o Sol era o maior desejo que tinham no mundo, no universo. Um desejo infinito.
Por que ninguém pensava em se mudar dali? Porque lá havia o mais lindo luar e o mais delicioso banho de mar e um povo com um sonho em comum. Às vezes, coisas assim são suficientes para nos fazer ficar.
Num dia noite, chegou um, chegaram dois e mais três ou cinco equilibristas. Era uma família de artistas! Enquanto uns tocavam, os outros faziam lances incríveis, coisa de especialista!
Há muito tempo o vilarejo não recebia visita tão animada. Os equilibristas estavam acostumados a se apresentar até o Sol raiar e estranharam: já se sentiam cansados e nada de o dia clarear.
- O Sol não vai aparecer?
E foi assim que souberam que em Santantônio da Lamparina o dia era tão escuro como a noite e que já estavam acordados fazia dois dias e meio.
- Daí o nome da cidade?
- Daí o nome.
- Mas por que é assim?
- Diz meu avô que o avô dele dizia que o seu tataravô ensinou que é assim porque sempre foi assim e assim será até o fim!
Os artistas acharam aquela explicação meio fraquinha, de quem já cansou de procurar solução. Avisaram que por cinco dias escuros e quatro noites noites treinariam um novo número exclusivo e então voltariam para o espetáculo de despedida!
Voltaram.
Voltaram com o número mais arriscado e sensacional de equilíbrio, coragem e precisão já visto em toda a história da humanidade!
Precisaram de muita concentração. Foram subindo, um sobre o outro e sobre o outro e sobre o outro e sobre outro ainda... Até que o menino equilibrista mais levinho e muito craque, com o braço bem esticado, atingiu o céu. Com a ponta do dedo fez um picote. Um pequeno rasgo no céu, por onde passou um facho de luz. Eles começaram a se esticar mais e mais, o menino equilibrista foi rasgando o céu, até que o sol aparecesse. Então fizeram uma escada para ele descer.
Foram caminhando com muita alegria, aos comércios para comprar alimentos e balões para a festa. Ao comprarem os alimentos, escolheram um pequeno jardim, onde havia um lago com água cristalina para comemorar o acontecido.
Aprenderam as brincadeiras do dia como: amarelinha, pula corda, cada macaco no seu galho, e muitas outras, até compuseram uma música dedicada ao sol. Logo após a festa, apareceu um lindo arco - íris no céu, e aquela cidade nunca mais ficou sem luz.
Silvinha Meirelles (texto original) http://revistaescola.abril.com.br/fundamental-1/se-assim-assim-sera-634292.shtml
Versão dos alunos: Vitória Lopes, Nicolas, Yasmim, Stefani, Pedro e Lucas.
Assinar:
Comentários (Atom)